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		<title>A Falta que Nos Move experimenta teatro, filme e vida real (por Cecília Barroso)</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 15:28:22 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>(texto extraído do blog <a href="http://pipocamoderna.mtv.uol.com.br/?p=8119">Pipoca Moderna</a>, escrito em 28 de outubro de 2009)<br />
  <br />
<a href="http://afaltaquenosmove.com/2011/06/14/a-falta-que-nos-move-experimenta-teatro-filme-e-vida-real-por-cecilia-barroso/afaltaque_novosrumos1/" rel="attachment wp-att-378"><img src="http://afaltaquenosmove.com/wp-content/uploads/2011/06/afaltaque_novosrumos1-500x280.jpg" alt="" title="afaltaque_novosrumos1" width="500" height="280" class="alignnone size-large wp-image-378" /></a></p>
<p>Na antevéspera de natal, cinco amigos se reúnem em uma casa para uma experiência. Juntos devem preparar o jantar para eles e um sexto convidado que não conhecem e não têm certeza se chegará. </p>
<p>  Adaptação da peça<em> A Falta Que Nos Move&#8230; Ou Todas as Histórias São Ficção</em>, criada e dirigida também por Christiane Jatahy e com um elenco quase idêntico, o filme consegue trazer à telona a sensação de cumplicidade e curiosidade do público com as pessoas que preparam a comida e são conduzidas, de certa maneira, pela ausência deste sexto elemento.</p>
<p>  Saber que a direção será feita via SMS (mensagem de celular) e que aquele grupo já está junto há quase quatro anos experimentando essa nova linguagem nos palcos desperta a curiosidade necessária para permanecer na sala.   </p>
<p>O texto, em parte real, em parte ficcional, é excelente e traz à tona discussões sobre gerações, relações afetivas, família, carências e as dores do ser humano. O trabalho dos cinco atores, todos excelentes como pessoas que seriam e não seriam eles mesmos, é fundamental para validar tudo que acontece e despertar a dúvida. Até que ponto tudo aquilo é encenado? Quanto de realidade existe na encenação?  </p>
<p>Volta-se à recorrente discussão sobre o trabalho de um ator na construção de um personagem e na vivência de experiências que não são suas e, ao mesmo tempo, são. Em <em>A Falta Que Nos Move</em>, os atores, para complicar, vivem eles mesmos. Enquanto isso, o público tenta descobrir o que é real sem muito sucesso. O roteiro na parede, os celulares apitando e a repetição de uma cena que acontece fora de hora mostram que nada é tão simples assim.  </p>
<p>Muito da experiência teatral se enquadra bem no formato cinema pela presença de <strong>Walter Carvalho</strong>, que assina a direção de fotografia, e traz junto com ele uma excelente equipe de câmeras com Lula Carvalho, Guga Millet e David Pacheco. Sem dúvida, é uma experiência interessante para o cinema nacional e um curioso estudo sobre a interferência da realidade na ficção e vice-versa.  Daqueles que vale a pena conferir. </p>
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		<title>Inovador, &#8220;A falta que nos move&#8221; abala fronteiras da ficção e acerta (por Marcella Huche)</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 14:46:08 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://afaltaquenosmove.com/2011/06/14/inovador-a-falta-que-nos-move-abala-fronteiras-da-ficcao-e-acerta-por-marcella-huche/cristina-amadeo-e-kiko-mascarenhas_a-falta-que-nos-move_04-2/" rel="attachment wp-att-332"><img src="http://afaltaquenosmove.com/wp-content/uploads/2011/06/Cristina-Amadeo-e-Kiko-Mascarenhas_A-falta-que-nos-move_041-500x281.jpg" alt="" title="Cristina Amadeo e Kiko Mascarenhas_A falta que nos move_04" width="500" height="281" class="alignnone size-large wp-image-332" /></a></p>
<p>Treze horas de filmagens num só dia, três câmeras na mão, cinco atores dirigidos durante a filmagem por mensagens de celular, quatro anos de ensaio &#8211; ninguém pode desistir. São essas as premissas do inovador <em>A falta que nos move</em>, de <strong>Christiane Jatahy</strong>, o destaque das quatro atrações da noite desta quinta na 13ª edição da <strong>Mostra de Cinema de Tiradentes</strong>. (&#8230;)</p>
<p>Cinco atores — <em>Cris Amadeo, Dani Fortes, Pedro Brício, Kiko Mascarenhas e Marina Vianna</em> — se propõem a rodar um filme completo no dia 23 de dezembro de 2007, em plano contínuo, seguindo um roteiro de tópicos previamente estabelecidos (e ensaiados). Entre conversas, danças e agressões verbais, os personagens devem preparar um jantar para um sexto convidado. Os atores, entretanto, improvisam muito, acrescentando experiências pessoais ao personagem, moldando-os à sua maneira, e deixando no ar os limites entre ficção e realidade.   Os dispositivos estão explícitos no filme: fala-se sobre o processo de filmagem (&#8220;edita, se isso entrar no filme eu não faço&#8221;), de direção (mensagens de texto avisando que não era a hora correta para tal cena), de filmagem (os câmeras e os microfones aparecem constantemente) e de atuação (&#8220;o seu problema é que você não sabe se expor, como nós estamos fazendo aqui&#8221;). Qualquer semelhança com a vida real  televisionada não é mera coincidência.</p>
<p>&#8220;O filme retrata relações familiares ou entre amigos que convivem muito e são levados a repetir certo padrões de comportamento. E depois se veem metidos nessas discussões e não conseguem mudar de comportamento, continuam quebrando coisas, discutindo&#8221;, considera Christiane, de voz enfática apesar do corpo frágil, estreante no cinema. Inicialmente uma peça de teatro, intitulada <em>A falta que nos move ou Todas as histórias são ficção</em>, o projeto moveu uma densa investigação por parte do elenco e da diretora, que admite orgulhosamente as influências de <em>Festa em família</em>, de <strong>Thomas  Vinterberg</strong>, do trabalho do escritor e dramaturgo <strong>Anton Tchekhov</strong> e do cineasta <strong>John Cassavetes</strong>. &#8220;Queríamos falar tanto das relações daqueles cinco personagens, pessoas, atores, como das relações familiares que faziam parte da nossa história. Levantamos materiais pessoais e não pessoais e os atores improvisaram durante dois meses para construir essa peça como se todas as histórias fossem reais, ainda que algumas fossem fictícias&#8221;, revela Christiane.</p>
<p>Christiane já filmava os ensaios para a peça lançada em 2005 e, encantada com a visão da cena pela câmera, percebeu que aquela história cabia num outro formato. &#8220;Fiquei maravilhada com essa experiência que era uma descoberta para mim. E a transição para o cinema era pertinente, porque era muito potente e profundamente  humano&#8221;. Durante quatro anos a peça circulou nacional e internacionalmente, em constante mutação e revisão. Para o filme, a proposta também sofreu alterações para que não se limitasse a uma adaptação e trabalhasse na linguagem cinematográfica.   Foram realizados ensaios de 15 em 15 dias, durante cinco meses, para afinar a interpretação e o realismo. &#8220;Eu tinha medo de que, com tantos ensaios, perdêssemos a naturalidade no dia da filmagem. Mas foi muito estranho, tudo foi diferente, com muitas surpresas&#8221;, comentou <strong>Kiko Mascarenhas</strong>, um dos atores trancafiados. Os ensaios serviram também para descobrir como filmar durante 13 horas ininterruptas. &#8220;Montamos uma verdadeira base cinematográfica no primeiro andar da casa e usei uns dois minutos que os atores tinham para trocar a bateria do microfone para dar as instruções anotadas nas últimas duas horas&#8221;, conta Christiane.</p>
<p>Do próprio dispositivo — uma armadilha no roteiro — surge o grande clímax final, uma catarse alcançada depois de uma longa curva dramática. Indagada se esses dispositivos poderiam ser omitidos do filme, Christiane admite já ter pensado nisso, mas os considera essenciais. &#8220;Eles aparecem num crescente durante o filme. Não temos  como fugir, porque o embate é esse. O clímax surge dos atores conhecerem os dispositivos e perceberem uma incoerência&#8221;.   Christiane é diretora de teatro, conhecida pelas montagens de <em>Memorial do convento</em>, <em>Conjugado</em> e <em>Leitor por horas</em>, e faz de<em> A falta que nos move</em> um filme de atores. Atores-autores, que acrescentam livremente experiências pessoais. &#8220;Foi muito interessante para mim como atriz participar do filme e da peça também como dramaturga, diretora. Trabalhar a vida como obra de arte e o limite dessa tensão foi muito interessante. Ao mesmo tempo esvaziamos o poder dos dispositivos do cinema&#8221;, analisa Marina Vianna, outra a atriz do filme.   O longa, rodado sem nenhum incentivo — o dinheiro foi emprestado da vó de Christiane — tem profissionais de renome nos créditos: a fotografia é assinada por <strong>Walter Carvalho</strong> e a produção é de <strong>Flávio R. Tambellini</strong>.</p>
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		<title>Trailer do Filme</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 17:53:26 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Assista em primeira mão o trailer de <strong>A Falta que nos Move</strong>, filme que estreia dia 1 de julho nos <a href="http://www.cinemasunibanco.com.br/home/">Cinemas Unibanco</a>. Com Pedro Brício, Marina Vianna, Kiko Mascarenhas, Cristina Amadeo e Daniela Fortes.</p>
<p><iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/wdu-1-6pE8w" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>No Festival do Rio</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 19:50:03 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como alguns sabem (e um pequeno grupo privilegiado viu), o grande <em>début</em> de <strong>A Falta que nos Move</strong> aconteceu em 2009, nos paradoxais tapetes vermelhos da praça Mahatma Gandhi, na Cinelândia. Um dia antes, numa velocidade recorde, tinha ficado pronta a primeira cópia do filme, que depois só foi exibido mais 4 vezes na cidade do Rio, no mesmo festival.</p>
<p>Na ocasião, a diretora Christiane Jatahy e o produtor Flávio Tambellini deram entrevistas para a equipe do Festival. Dá uma olhada:</p>
<p><iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/We0KwzHhdTI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/-w0zk50Ttbc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Procedimentos para a filmagem</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 13:39:58 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-37" href="http://afaltaquenosmove.com/2011/05/26/o-que-e/untitled1-3/"><img class="alignnone size-full wp-image-37" title="Untitled1" src="http://afaltaquenosmove.com/wp-content/uploads/2011/05/Untitled12.png" alt="" width="416" height="234" /></a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>1. cinco atores.</p>
<p>2. uma única locação.</p>
<p>3. treze horas contínuas de filmagem.</p>
<p>4. três câmeras simultâneas.</p>
<p>5. atores dirigidos durante a filmagem por mensagens de texto.</p>
<p>6. os atores esperam por uma pessoa que não sabem realmente se ela virá.</p>
<p>7. eles seguem roteiros, mas não conhecem todos os roteiros uns dos outros.</p>
<p>8. eles comem, cozinham e bebem de verdade.</p>
<p>9. algumas histórias são reais, outras são inventadas.</p>
<p>10. ninguém pode sair aconteça o que acontecer.</p>
<p><strong>Registro da vida ou da cena? </strong><br />
<strong>Aconteceu de verdade ou foi tudo marcado? </strong></p>
<p>Uma diretora de teatro renomada e uma equipe cinematográfica de primeira se juntaram para realizar o filme <strong>A Falta que nos Move</strong>.</p>
<p>O filme é uma ficção tão verdadeira que parece  um documentário. Os atores vivem eles mesmos, ao mesmo tempo que são personagens das situações em uma proposta cinematográfica nunca antes realizada. A filmagem aconteceu no dia 23 de dezembro e o resultado é impressionante. Durante mais de doze horas os atores foram filmados ininterruptamente por três câmeras na mão. São cenas tocantes, engraçadas, fortes e, principalmente, reveladoras de estados profundamente humanos. Cenas com os quais não temos como não nos identificar.</p>
<p>Através do encontro de cinco amigos, em uma única e belíssima locação, o filme faz um recorte emocionante das relações humanas e de uma  parte da geração brasileira na faixa dos 40 anos.</p>
<p><strong>A Falta que nos move. 1º de julho nos cinemas.</strong></p>
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