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	<title>christianejatahy.com.br &#187; festival do rio</title>
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		<title>No Festival do Rio</title>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 19:50:03 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como alguns sabem (e um pequeno grupo privilegiado viu), o grande <em>début</em> de <strong>A Falta que nos Move</strong> aconteceu em 2009, nos paradoxais tapetes vermelhos da praça Mahatma Gandhi, na Cinelândia. Um dia antes, numa velocidade recorde, tinha ficado pronta a primeira cópia do filme, que depois só foi exibido mais 4 vezes na cidade do Rio, no mesmo festival.</p>
<p>Na ocasião, a diretora Christiane Jatahy e o produtor Flávio Tambellini deram entrevistas para a equipe do Festival. Dá uma olhada:</p>
<p><iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/We0KwzHhdTI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/-w0zk50Ttbc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Festivais e Críticas</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 19:16:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O filme foi apresentado no Festival do Rio, abrindo a Premiere Brasil na Mostra Novos Rumos em 2009, participou da Mostra de Cinema de São Paulo, da Mostra de Cinema...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
O filme foi apresentado no Festival do Rio, abrindo a Premiere Brasil na Mostra Novos Rumos em 2009, participou da Mostra de Cinema de São Paulo, da Mostra de Cinema de Tiradentes, da Mostra de Cinema Contemporâneo Brasileiro e Argentino no Malba em Buenos Aires, e do Festival Main Cine em Frankfurt.</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>“O resultado une a espontaneidade de “Festa de Família” com a intimidade<br />
criativa de John Cassavetes”<br />
<strong>33 Mostra de São Paulo<br />
Ubiratan Brasil – Estado de São Paulo</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>“Se filmar é entrar em “fricção com o mundo”, como diz Comolli, Jatahy, ao</em><br />
<em> realizar uma fricção do atuar com o ser, constrói um filme instigante,</em><br />
<em> provocador desses limites que tanto nos confrontam e certamente merecedor</em><br />
<em> de olhares outros e mais atentos.&#8221;</em><br />
<strong>13 Mostra de Tiradentes<br />
Ursula Rösele – critica festival</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“É incrível, mas outra vez o fenômeno se repete: o primeiro ‘10’ do Festival</em><br />
<em> vêm do nosso cinema. (&#8230;) a magnífica estreia de uma jovem cineasta que</em><br />
<em> não quer mudar o mundo, mas quer sim ser relevante em dores e questões</em><br />
<em> de todos nós. Espere também uma magistral entrega na parte de todos os</em><br />
<em> envolvidos, inclusive a habitual fabulosa fotografia de Walter Carvalho.</em><br />
<em> A falta que nos move, enfim, move a todos nós”</em><br />
<strong>Festival do Rio<br />
Fernando Carbone, Festival do Rio<br />
</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>“Cada espectador pode ter sua conclusão particular e é justamente isso que torna A</em><br />
<em> Falta Que Nos Move não apenas um grande filme mas também um projeto de</em><br />
<em> absoluta relevância para a linguagem artística contemporânea. Imperdível”</em><br />
<strong>Festival do Rio</strong><br />
<strong> Erika Liporaci Cinema, Festival do Rio</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“O trabalho dos cinco atores, todos excelentes como pessoas que seriam e não</em><br />
<em> seriam eles mesmos. Sem dúvida, é uma experiência interessante para o cinema</em><br />
<em> nacional e um curioso estudo sobre a interferência da realidade na ficção e vice-</em><br />
<em> versa. Daqueles que vale a pena conferir”</em><br />
<strong>Festival do Rio<br />
Cecilia Barroso, Pipoca moderna</strong></p>
<p style="text-align: right;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em>“O filme prende atenção do expectador, especialmente pelo crescente clima de</em><br />
<em> emoção e dramaticidade que transmite.”</em><br />
<strong>Mostra de Cinema de São Paulo<br />
Sersi Bardari</strong></p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><em>“Fica impossível discernir o que é real e o que é encenação. A dor, a carência, o</em><br />
<em> vazio, a cumplicidade, o riso, o amor&#8230; Tudo vai aparecendo, e revelando a tal falta</em><br />
<em> que é tão motivadora. O trabalho de câmera e a edição são excelentes, e ajudam o</em><br />
<em> público a se envolver com aquelas pessoas. É um casamento perfeito entre teatro e</em><br />
<em> cinema, sem cair naquele estilo de &#8220;peça filmada&#8221;.</em><br />
<strong>Critica site cinética</strong></p>
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